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Saúde mental: o brasileiro está bem – mas os casados estão melhor

No caos das rotinas aceleradas e futuro incerto, como está a relação dos brasileiros com a saúde mental? Descubra com essa pesquisa On Th Go.
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As discussões sobre saúde mental não são mais tabu. A visão estigmatizada sobre doenças e transtornos, como ansiedade e depressão, aos poucos sumindo e dando espaço para debates enriquecedores.

Se antes o assunto era deixado em segundo plano, hoje ele está no centro das discussões sobre qualidade de vida. Foi sob essa ótica que a On The Go Research Tech promoveu a pesquisa Saúde Mental do brasileiro,  que teve seus resultados e insights compilados em um relatório publicado na última quarta (22).

O ideia central do estudo foi investigar como está a relação dos brasileiros com a saúde mental. Quais as percepções das pessoas sobre o estado atual da sua saúde, quais fatores ajudam ou atrapalham no cuidado e quais as projeções para o futuro pós-pandemia.

A pesquisa, conduzida entre os dias 05 e 11 de maio de 2022, contou com a participação de 405 brasileiros, de todas as classes sociais e espalhadas pelas 5 regiões do país.

 

O BRASILEIRO ESTÁ BEM, MAS CASADOS E MAIS VELHOS ESTÃO MELHOR

O brasileiro está de bem com a vida! Mesmo com as rotinas aceleradas e um constante cenário de incertezas, a auto-avaliação da saúde mental dos brasileiros é positiva: 63% dos entrevistados deram nota 4 (boa) e 5 (muito boa) para sua saúde atual.

Entre os recortes que mais influenciaram a visão positiva estão a maturidade e o casamento. Entre os casados, o percentual de avaliações 4 e 5 foi de 70%, enquanto nos solteiros a média despencou para 48%.

A idade também se mostrou um fator positivo para saúde mental. As pessoas com mais de 55 anos tem a maior auto-avaliação: 86% delas deram notas 4 e 5 para sua saúde mental. Esse é um dos resultados que apresenta maior contraste geracional dentro da pesquisa, já que menos da metade (44%) dos jovens de 18 a 24 anos fizeram a mesma avaliação.

Os mais velhos também são os que enfrentam menos barreiras para cuidar da saúde. Enquanto apenas 28% dos entrevistados relatam não possuir dificuldades para o cuidado, o percentual mais do que dobra (57%) quando analisado apenas no grupo de pessoas com mais de 55 anos.

 

UMA VISÃO HOLÍSTICA DE SAÚDE MENTAL

Na visão dos brasileiros o cuidado com a saúde mental envolve um ecossistema de vida saudável. As campeãs entre as atividades que mais contribuem para manter a saúde mental em dia foram “fazer atividades físicas” (76%) e “se alimentar bem” (66%).

Essa percepção mostra que a máxima “corpo são, mente sã” tem sido abraçada pelos brasileiros. Mas o cuidado especializado não ficou de fora, 36% dos entrevistados acreditam que frequentar psicólogos e fazer terapia também ajuda.

Apesar disso, nem todos conseguem fazer o acompanhamento que desejam. Esse, por exemplo, é o caso das mulheres. Quase metade delas (48%) acreditam que ir ao psicólogo é importante para cuidar da saúde mental, entretanto, apenas 20% de fato fazem acompanhamento atualmente.

Quando o assunto é motivação para cuidar da saúde mental, se cuidar para ficar bem e poder cuidar da família ou para ter uma vida longa com qualidade foram os principais combustíveis motivadores, ambos citados por 46% das pessoas.

 

OS GRANDES VILÕES PARA UMA SAÚDE MENTAL EM DIA

Do lado dos vilões, o excesso de responsabilidades e tarefas se destaca. 43% das pessoas citaram esse como sendo o principal limitador para cuidar da mente. Entre os solteiros e mais novos esse percentual é ainda maior, 52% afirmam sentir sobrecarga com as atividades diárias.

Quando o assunto é diagnósticos e sintomas que afetam a saúde mental, os jovens também são os mais impactados: 73% deles relatam sentir ansiedade com frequência. Além disso, mais da metade deles sentiram pelo menos uma vez nos últimos anos sintomas como dor no peito, respiração ofegante, falta de ar, boca seca e agitação das pernas e braços.

Apesar da pandemia ter afetado a todos de maneira semelhante, alguns grupos sofreram mais. No quesito renda quase não houve variação no impacto causado, mas quando olhamos para os recortes de gênero e idade, as coisas mudam.

51% das mulheres e 64% dos jovens de 18 a 24 anos alegaram que sua saúde mental foi afetada negativamente pela pandemia. E quem estava mal, piorou. Das pessoas que deram notas ruins ou médias para sua saúde mental, 62% afirmara ter esse quadro piorado pela pandemia.

 

METODOLOGIA ON THE GO RESEARCH TECH

A pesquisa Saúde Mental do brasileiro foi idealizada e conduzida pela On The Go Research Tech. Nossa metodologia de pesquisa consiste na utilização de inteligência artificial e chatbots para criar pesquisas conversacionais em escala com uma experiência única e diferenciada.

Para quem responde a pesquisa isso se traduz em engajamento, com uma experiência de pesquisa mais natural e envolvente. Para empresas, agências e times de pesquisa, significa obter
feedbacks qualificados capazes de gerar insights mais inspiradores.

Se quiser conferir mais dados e insights do estudo, a versão completa do relatório está disponível gratuitamente para download.

 

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