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Pesquisa conversacional: o segredo para conexão e engajamento

A pesquisa conversacional é uma metodologia que permite entregar uma experiência de resposta agradável para usuários respondentes.
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Aqui vai uma verdade difícil de engolir: a maioria da pesquisas são chatas. É duro, eu sei. Mas também é a verdade… bom, pelo menos sob o olhar do respondente.

Não são só um questionário mal feito, uma análise enviesada ou a falta de um objetivo claro que deixam uma pesquisa chata (e ruim!). Muitas vezes isso também ocorre pois o respondente tem uma péssima experiência com a pesquisa.

E como isso influencia nos resultados? É simples. Pesquisas desinteressantes e sem inspiração não estimulam feedbacks inteligentes. Não considerar a experiência do usuário que responde a pesquisa é colocar em risco todo árduo trabalho realizado.

Isso é uma máxima para todos os projetos. Entretanto, podemos fazer vista grossa quando falamos de pesquisas quantitativas, já que essas fornecem fatos mais sólidos que podem sobreviver a uma péssima experiência de resposta. Elas nos contam “o quê” e mas não o “porquê”.

Mas e se houvesse um método de pesquisa quantitativa que proporcionasse aos entrevistados uma experiência natural e envolvente, ao mesmo tempo que revelasse não só “o quê” mas também o “porquê”? É nesse ponto que as pesquisas conversacionais entram para fazer a diferença.

Pesquisas conversacionais: como funcionam?

A pesquisa conversacional utiliza a ajuda de chatbots para orientar os participantes da pesquisa durante o processo. Isso fornece uma experiência mais envolvente para os participantes da pesquisa, quando comparada a pesquisas online típicas.

Pesquisas conversacionais têm o poder de construir relação com os respondentes, fazendo com que eles se sintam ouvidos de maneira natural, ao mesmo tempo que elimina alguns dos vieses e gatilhos de mentira, comumente vistos em pesquisas.

Sabendo que está conversando com um chatbot, o entrevistado não se sente pressionado a dar uma respostas socialmente aceita ou em falar sobre assuntos sensíveis. Isso ocorre pois além de eliminar a figura do entrevistador a pesquisa conversacional cria um ambiente menos impessoal que um formulário.

Essa experiência se assemelha mais a uma discussão no WhatsApp com um colega do que preencher uma pesquisa online típica. Como resultado, você obterá respostas mais qualificadas, gerando insights mais inspiradores.

Os participantes podem responder a uma variedade de perguntas quantitativas e qualitativas fechadas e abertas. Outro ponto importante a se ressaltar é que a abordagem de pesquisa conversacional independe do dispositivo.

Isso significa que, de maneira nativa, a pesquisa conversacional possui melhor experiência de usabilidade em dispositivos móveis, se comparada aos formulários de pesquisa online convencionais.

Mais velocidade na análise das pesquisas

Embora um grande volume de dados abertos e não estruturados traga potencial para insights mais profundos, também é verdade o tamanho do desafio para se analisar isso tudo, principalmente quando os prazos de projeto são apertados.

Esse é a segunda vantagem evidente das pesquisas conversacionais. Com dashboards e ferramentas capazes de agrupar e tematizar o feedback literal, o processo de análise é facilitado.

Além disso, essa análise pode ser feita em tempo real. Através de dashboards, é possível oferecer todos os benefícios dos mais recentes sistemas automatizados de pesquisa de mercado. Isso não apenas para relatórios ao vivo de dados quantitativos, mas também para dados qualitativos abertos.

Sendo exposto a todos os benefícios da pesquisa conversacional, é improvável que você não se converta (eu sei). Mais do que gerar resultados consistentes, elas significam um basta para experiências de pesquisas chatas e inúteis.

A metodologia conversacional é o futuro da pesquisa ágil online. Uma melhor experiência para o entrevistado. Melhores insights. Melhores decisões estratégicas tomadas dentro das organizações.

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